API de rastreamento veicular: o que dá para fazer, como autenticar e o que não fazer
A API REST da plataforma deixa o seu sistema ler a posição atual, o histórico de trajeto, os eventos e os relatórios de cada veículo, com a mesma permissão de um usuário da plataforma. Ela vem incluída a partir do plano Scale (R$ 300/mês).
O que a API de rastreamento entrega?
| Recurso | Exemplo de uso |
|---|---|
| Posição atual dos veículos | Mapa no seu sistema, link de entrega, despacho |
| Histórico de trajeto por período | Conferência de rota, prova de visita |
| Eventos e alertas | Cerca virtual, ignição, veículo sem comunicar |
| Relatórios | Quilometragem, tempo parado, uso por período |
| Cercas virtuais | Criar a cerca de uma entrega ou ordem de serviço |
A pergunta que mais chega é a de quem já tem sistema e quer a posição dentro dele: “preciso colocar rastreadores nas scooters de meus clientes e ter acesso à API de rastreamento pelo meu sistema”. É exatamente o uso principal.
Como a autenticação funciona?
Com um usuário da plataforma. O sistema integrado usa uma chave de acesso (token) desse usuário e enxerga o que ele enxerga — nem mais, nem menos. Por isso a primeira decisão é criar um usuário só para a integração, com o menor acesso possível.
- Só leitura quando o sistema só consulta posições — o caso da maioria.
- Limitado à conta do cliente quando a integração é de um cliente só.
- Nunca o usuário administrador: se a chave vazar, vaza a operação inteira.
Quem diz “já criei a API, só que não estou achando onde aplicar na integração” normalmente criou a chave no usuário errado. A chave segue o usuário: crie o usuário certo primeiro, depois a chave.
Com que frequência consultar a API?
Para mapa e link de entrega, consultar a cada 30 a 60 segundos é suficiente — o rastreador costuma enviar posição num intervalo configurável a partir de 10 segundos, e consultar mais rápido que o aparelho envia não traz dado novo. Para relatório, uma consulta por dia basta.
Quais são os 4 erros de quem integra pela primeira vez?
- Usar o login do dono. Funciona até alguém trocar a senha e a integração parar sem aviso.
- Consultar o histórico inteiro toda vez. Peça só o período novo desde a última consulta.
- Esquecer a paginação. Frota grande vem em páginas; quem lê só a primeira acha que tem menos veículos.
- Mandar comando pela integração sem trava. Bloqueio por sistema exige regra e confirmação humana — ver como funciona o bloqueio.
A API serve para qualquer rastreador?
Serve para qualquer aparelho que a plataforma aceita — Suntech, GT06, Queclink, J16 e mais de 50 protocolos. Para quem consome a API, o modelo do rastreador não importa: a posição chega no mesmo formato. A dúvida “esse rastreador conseguimos integrar?” se resolve na lista de rastreadores compatíveis, não na API.
Usos completos, do pedido de gás à ordem de serviço, estão no guia de integrações e API.
Como testar a API antes de escrever o sistema?
Comece com chamadas manuais: crie o usuário de integração, gere a chave e peça a posição atual de um veículo só. Confira se o veículo devolvido é o esperado, se o horário está no fuso certo e se a posição bate com o mapa da plataforma. Só depois automatize.
Esse teste de poucos minutos evita o erro mais caro: construir o sistema inteiro sobre uma suposição errada a respeito do formato dos dados.
Perguntas frequentes
A API de rastreamento é paga à parte?
Consigo ter acesso à API pelo meu sistema?
Qual usuário devo usar para a integração?
A API manda a posição sozinha para o meu sistema?
Dá para bloquear o veículo pela API?
Vai integrar a API ao seu sistema?
Mostramos o que a API entrega, como criar o usuário de integração e o caminho mais curto para o primeiro mapa no seu sistema.
Falar sobre a API Ver o guia de integrações
