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Relatórios da plataforma de rastreamento: onde está o passo a passo e quais relatórios entregar ao cliente

👤 NuvoTrack 📅 27 de outubro de 2026 📂 Operação

Na NuvoTrack o passo a passo da plataforma está em dois lugares, inclusos em todos os planos: o Manual da Plataforma em PDF, com 396 páginas, e a Central de Ajuda com 218 artigos em wiki.nuvotrack.com.br. Para relatório, a regra prática é começar por cinco: percurso, paradas, velocidade, horas de motor e cerca virtual. Eles respondem quase tudo o que o cliente pergunta; o resto do catálogo serve a casos específicos.

Onde está o passo a passo da plataforma?

A dúvida chega quase sempre com estas palavras: “vocês têm algum passo a passo da plataforma? fico na dúvida em muitas coisas, principalmente relatório”. A resposta curta é que existe, e em mais de um formato. Cada um serve a um momento diferente:

MaterialPara quê serveOnde fica
Manual da Plataforma (PDF, 396 páginas)Ler com calma, do cadastro ao relatório, e treinar quem entra na equipeEntregue a todo cliente, em todos os planos
Central de Ajuda (218 artigos)Achar uma resposta pontual em poucos minutos, buscando pela palavrawiki.nuvotrack.com.br
Base de conhecimento do portalTutoriais técnicos para você, a sua equipe e o instalador/portal/kb
Suporte por WhatsAppQuando o passo a passo não cobre o seu casonuvotrack.com.br/wa

Uma dica que poupa tempo: busque na Central de Ajuda pelo nome do relatório ou da tela (“paradas”, “cerca”, “hodômetro”), não pela dúvida inteira. A mesma lógica vale para perguntas de cadastro, como “aonde eu encontro o número do chip?” — o chip M2M tem painel próprio na plataforma, e o artigo da Central de Ajuda mostra onde ele aparece.

No plano Scale, além do material escrito, há atendimento por Google Meet e grupo de WhatsApp com a equipe NuvoTrack. Para quem prefere aprender vendo a tela, uma chamada de meia hora costuma resolver o que o manual deixou em aberto.

Quais relatórios o cliente realmente pede?

A plataforma tem muitos relatórios, mas o cliente do dia a dia pede poucos. Os cinco abaixo respondem às perguntas que mais chegam, e é por eles que vale começar:

RelatórioA pergunta que ele respondeQuem mais pede
Percurso (histórico de trajeto)Por onde o veículo passou e em que horário?Todos — é o primeiro que o cliente abre
ParadasOnde ficou parado e por quanto tempo?Frota de entrega, técnico em campo, vendedor externo
VelocidadePassou do limite? Onde e quando?Frotista, transportadora, pais de motorista novo
Horas de motor e quilometragemQuanto rodou e quanto tempo o motor ficou ligado?Quem faz manutenção por KM ou por hora, máquina e caminhão
Entradas e saídas de cerca virtualChegou ao cliente? Saiu da base fora de hora?Frota com rota fixa, pátio, garagem de casa

Para quem vende frota, ainda entram tempo ocioso (motor ligado com o veículo parado) e jornada do motorista. Para o cliente pessoa física, percurso e cerca bastam na maior parte do tempo. Cem relatórios que ninguém abre não valem um que o cliente imprime todo mês.

Como ler cada relatório sem tirar conclusão errada?

Relatório errado quase nunca é defeito. Quase sempre é leitura apressada. Quatro cuidados evitam a maior parte das reclamações:

  1. Confira o período e o fuso. Relatório de “ontem” tirado de manhã cedo, com o período mal ajustado, mostra o dia pela metade. Antes de responder ao cliente, confirme a data e a hora de início e de fim.
  2. Paradas dependem de um tempo mínimo. Uma parada curta, como um semáforo longo, pode ou não entrar no relatório conforme o tempo mínimo configurado. Se o cliente diz que o motorista “parou e não aparece”, olhe esse ajuste antes de olhar o rastreador.
  3. Quilometragem do rastreador não é a do painel do carro. O rastreador mede pela posição do GPS e costuma marcar de 2% a 5% a menos. O ajuste está explicado em hodômetro ou horímetro no rastreador.
  4. Buraco no percurso é falta de sinal, não teleporte. Se o veículo some num ponto e reaparece longe, ele ficou sem dados (garagem, túnel, área sem cobertura) e o rastreador despejou as posições depois, ou nem guardou. Quando isso vira rotina, siga o roteiro de veículo offline.

Horas de motor e jornada dependem de a ignição estar ligada corretamente na instalação. Se o veículo aparece “ligado” a noite inteira na garagem, o problema está no fio da ignição, e quem resolve é o instalador, não o relatório.

Como montar o relatório do mês que você entrega ao cliente?

Revenda que manda relatório todo mês, sem o cliente pedir, lembra a ele por que paga a mensalidade. É o tipo de cuidado que segura cliente na base. Um roteiro simples:

  1. Escolha três relatórios por perfil de cliente — por exemplo, para uma frota de entrega: percurso, paradas e velocidade; para o dono de um carro só: percurso, cerca e quilometragem.
  2. Tire o mês fechado, do primeiro ao último dia, e leia antes de mandar. Se há buraco no percurso ou excesso de velocidade repetido, comente numa linha em vez de deixar o cliente descobrir sozinho.
  3. Exporte e envie pelo canal que o cliente já usa (e-mail ou WhatsApp), sempre no mesmo dia do mês.
  4. Guarde o modelo. No segundo mês, o trabalho cai para poucos minutos por cliente.

Para quem tem frota maior, o próprio cliente pode tirar os relatórios no painel com a sua marca: o painel web e o portal do cliente abrem no seu domínio, com logo e cores da sua empresa. Mostre uma vez, na entrega, onde ficam os três relatórios dele. Isso reduz muito o volume de pedidos no WhatsApp.

Dá para tirar os relatórios automaticamente para o meu sistema?

Dá. A partir do Scale, a API REST da plataforma permite ao seu sistema ler posição, histórico de trajeto, eventos e relatórios de cada veículo. A pergunta costuma vir assim: “e quanto à integração, é bem tranquilo?”. Para relatório é a parte mais simples, porque o dado não precisa ser imediato: uma consulta por dia basta para alimentar uma planilha, um ERP ou um painel próprio.

O que a API não faz sozinha é mandar o relatório quando algo acontece. Envio por evento é tratado como projeto de integração. O detalhe está em API de rastreamento veicular: o que dá para fazer e, para quem quer cruzar com faturamento e cadastro, em como integrar o rastreamento com o ERP.

E se o relatório não mostrar o que eu preciso?

Antes de concluir que falta um relatório, faça três perguntas. A informação existe no rastreador? Velocidade e posição todo aparelho manda; temperatura, porta aberta ou consumo de combustível dependem de sensor instalado. O veículo estava comunicando no período? Sem dados, não há relatório que salve. E o filtro está certo? Veículo, período e tempo mínimo de parada resolvem boa parte dos casos.

Se passou pelas três e o relatório continua sem atender, abra o chamado já com o veículo, o período e o que você esperava ver. Com isso a equipe responde de primeira, sem troca de mensagens. Quem ainda está avaliando a plataforma pode fazer o mesmo teste antes de assinar, como no roteiro de teste da plataforma de rastreamento.

Perguntas frequentes

Vocês têm algum passo a passo da plataforma?
Tem. Todo cliente NuvoTrack recebe o Manual da Plataforma em PDF, com 396 páginas, e tem acesso à Central de Ajuda com 218 artigos em wiki.nuvotrack.com.br, além da base de conhecimento do portal. Quando o material não cobre o caso, o suporte atende pelo WhatsApp.
Fico na dúvida principalmente em relatório. Por qual começo?
Pelos cinco que respondem quase tudo: percurso, paradas, velocidade, horas de motor com quilometragem e entradas e saídas de cerca virtual. Os demais servem a casos específicos, como tempo ocioso e jornada para frota.
Por que a quilometragem do relatório não bate com o painel do carro?
Porque o rastreador mede pela posição do GPS e costuma marcar de 2% a 5% a menos que o painel. Dá para ajustar o valor inicial do hodômetro na plataforma, em vez de perseguir a diferença.
O motorista parou e a parada não aparece no relatório. É defeito?
Quase nunca. O relatório de paradas considera um tempo mínimo de parada; paradas mais curtas que ele não entram. Confira esse ajuste e o período do relatório antes de suspeitar do rastreador.
Aonde eu encontro o número do chip?
O chip M2M tem painel próprio na plataforma, incluso em todos os planos. Busque por “chip” na Central de Ajuda (wiki.nuvotrack.com.br) para ver em qual tela ele aparece.
Dá para mandar os relatórios para o meu sistema automaticamente?
Dá, a partir do Scale (R$ 300/mês): a API REST entrega posição, histórico, eventos e relatórios. Para relatório, uma consulta por dia costuma bastar. Envio automático por evento é tratado como projeto de integração.

Ficou alguma dúvida de relatório?

Mande o veículo, o período e o que você quer ver: a equipe mostra o caminho na plataforma. Ainda não é cliente? O Scale custa R$ 300/mês, revertidos em até 30 veículos, com manual, Central de Ajuda e API inclusos.

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